A autora une o significado antropológico das comemorações da Idade Média à história e ao turismo de um país rico em tradições locais, a Itália. Estas festas são reproduzidas não como rituais passados, mas como uma adaptação contemporânea, tratada como instrumento de turismo de massa, estratégia das pequenas cidades que têm no turismo sua fonte de renda, coexistência e comunicação com o mundo. |