A equação do sucesso nos dias de hoje está se tornando uma função da competição entre sistemas que se relacionam de forma aberta com o mundo. No entanto, quando se trabalha em nível um pouco mais operacional, é de primordial importância que as organizações disponham de condições esttruturais e infra-estruturais que lhes proporcionem uma maior flexibilidade quando necessário, estendendo tal necessidade às outras organizações que com ela tenham algum relacionamento.
Considerando o valor global obtido como sendo a diferença entre o valor do produto final para o cliente e o esforço realizado pela cadeia para atender ao seu pedido, maximizar tal valor significa maximizar o resultado final de todos os relacionamentos necessários para a sua obtenção.
Assim, para melhorar o resultado final e alcançar alguma vantagem competitiva, observa-se uma tendência crescente à composição de alianças estratégicas e parcerias entre clientes e fornecedores, entre fornecedores, entre clientes, ou até mesmo entre supostos rivais. Como resultado das peculiariddades dos pressupostos ou paradigmas competitivos, cada vez mais voláteis e difusos, considerando ainda o grau de dependência cada vez mais elevado entre os parceiros de uma rede, os vínculos entre fornecedores e clientes preccisam se tornar mais estreitos, mais confiáveis, de forma a agregar valor para os produtos ou serviços oferecidos e contribuir para se ampliar a vantagem competitiva para todos os participantes ou atores de uma rede. Tais mecannismos têm a função de processar todas as atividades representando uma rede de trabalho desde a busca de material, sua transformação em produtos intermediários e acabados, até a distribuição destes aos clientes finais. |